Home Cidadania Vigilante Temer recebeu Raquel Dodge no palácio do Jaburu. Encontro fora da agenda. O que você acha disso?

Temer recebeu Raquel Dodge no palácio do Jaburu. Encontro fora da agenda. O que você acha disso?

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  • Carlos Lozano

    Prezado Prof. precisamos enfatizar o conceito de República e suas Instituições, onde o Poder deve ser exercido pelo e para o povo, ainda que por intermédio de mandatários, onde as Instituições devem funcionar, cada uma atuando na sua esfera, de forma independente e harmônica, porém se fiscalizando mutuamente. Esses encontros fora de agenda não pegam nada bem, por que não se encontram durante seus respectivos expedientes? Michel Temer, ao receber o Joesley Batista, veio com a falácia de que tem por hábito receber a todos. Acho engraçado essa mania de receber a todos fora de horário e meio que as escondidas. Já o que dizer de uma pessoa que irá ocupar o cargo mais importante do ministério publico na federação, jamais deveria ter ido a esse encontro, por mais que não se tenha falado em assunto inoportuno, uma pessoa que ocupa esse alto cargo da república deveria saber que tem um compromisso com toda a nação e portanto deve sobrepor o peso desse compromisso aos seus compromissos pessoais, ainda que desinteressados.
    Por isso que necessário se faz a vigilância popular sobre todas as instituições republicanas e que funcionem harmonicamente em função da busca do interesse coletivo cada uma na sua esfera de poder.
    Derradeiramente cumpre ressaltar a importância da existência da Polícia Judiciaria, a federal nos assuntos republicanos e a Policia Civil nas demais esferas administrativas do país, assim poderemos ter uma investigação técnica além daquela feita pelo MP que é o orgão responsável pela acusação no nosso sistema jurídico, porém seus integrantes podem ser dados a praticar visitas inoportunas.
    Vigiemos!

  • Máximo

    Prezado Professor Luiz Flávio Gomes

    O Sr. diz: “É um perigo…Quadrilha organizada pode acabar com Lava jato”.

    Então, considerando que a Lava Jato representa os interesses dos cidadãos de bem, brasileiros e honestos pagadores dos exorbitantes e criminosos impostos perpetrados por aqueles que ela investiga e os tem condenados, estaríamos autorizados a afirmar que essa ‘Quadrilha organizada que pode acabar com a Lava Jato’ é nada mais nada menos do que essa grande, terrível excrementícia e vomitável organização criminosa mor que pretensamente se nos apresenta como estado democrático de ‘direito’?

    Então, os pilares que a sustentam seriam o stf, o tse, congresso, planalto, judiciário, cnj e quejandos como oab, globo e grande mídia , cbf, cnbb, lgbt, mst, lei rouanet, partidos políticos, sindicatos, ongs (organização NEO governamental), cooperativas, fundações, etc., todos servos do estado de ‘direito’ servindo ao grande patrão, a NOM, sobretudo aos Banqueiros (letra maiúscula só pra eles), afinal servos são apenas servos.
    Finalizo aqui com a santa admoestação do papa Bento XVI em sua aula esplendorosamente magna no abjeto e putrefato (Ângela Merkel é um cadáver) parlamento alemão que em menos de 22 minutos o que todas as universidades juntas e faculdades de ‘direito’ não ensinam desde que o Positivismo, essa terrível superstição jurídica, usurpou o poder. Pois o papa ensinou direito Direito ao estado ‘democrático’, além de filosofia, ambientalismo, teologia, ‘direitos humanos’, história…

    “.

    Seja-me permitido começar as minhas reflexões sobre os fundamentos do direito com uma pequena narrativa tirada da Sagrada Escritura. Conta-se, no Primeiro Livro dos Reis, que Deus concedeu ao jovem rei Salomão fazer um pedido por ocasião da sua entronização. Que irá pedir o jovem soberano neste momento tão importante: sucesso, riqueza, uma vida longa, a eliminação dos inimigos? Não pede nada disso; mas sim: «Concede ao teu servo um coração dócil, para saber administrar a justiça ao teu povo e discernir o bem do mal» (1 Re 3, 9). Com esta narração, a Bíblia quer indicar-nos o que deve, em última análise, ser importante para um político. O seu critério último e a motivação para o seu trabalho como político não devem ser o sucesso e menos ainda o lucro material. A política deve ser um compromisso em prol da justiça e, assim, criar as condições de fundo para a paz. Naturalmente um político procurará o sucesso, sem o qual não poderia jamais ter a possibilidade de uma acção política efectiva; mas o sucesso há-de estar subordinado ao critério da justiça, à vontade de actuar o direito e à inteligência do direito. É que o sucesso pode tornar-se também um aliciamento, abrindo assim a estrada à falsificação do direito, à destruição da justiça. «Se se põe de parte o direito, em que se distingue então o Estado de uma grande banda de salteadores?» – sentenciou uma vez Santo Agostinho (De civitate Dei IV, 4, 1). Nós, alemães, sabemos pela nossa experiência que estas palavras não são um fútil espantalho. Experimentámos a separação entre o poder e o direito, o poder colocar-se contra o direito, o seu espezinhar o direito, de tal modo que o Estado se tornara o instrumento para a destruição do direito: tornara-se uma banda de salteadores muito bem organizada, que podia ameaçar o mundo inteiro e impeli-lo até à beira do precipício. Servir o direito e combater o domínio da injustiça é e permanece a tarefa fundamental do político. Num momento histórico em que o homem adquiriu um poder até agora impensável, esta tarefa torna-se particularmente urgente. O homem é capaz de destruir o mundo.”
    https://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/speeches/2011/september/documents/hf_ben-xvi_spe_20110922_reichstag-berlin.html

  • Máximo

    “Voltemos aos conceitos fundamentais de natureza e razão, donde partíramos. O grande teórico do positivismo jurídico, Kelsen, em 1965 – com a idade de 84 anos (consola-me o facto de ver que, aos 84 anos, ainda se é capaz de pensar algo de razoável) –, abandonou o dualismo entre ser e dever ser. Antes, ele tinha dito que as normas só podem derivar da vontade. Consequentemente – acrescenta ele – a natureza só poderia conter em si mesma normas, se uma vontade tivesse colocado nela estas normas. Mas isto – diz ele – pressuporia um Deus criador, cuja vontade se inseriu na natureza. «Discutir sobre a verdade desta fé é absolutamente vão» – observa ele a tal propósito (citado segundo Waldstein, op.cit., 19). Mas sê-lo-á verdadeiramente? – apetece-me perguntar. É verdadeiramente desprovido de sentido reflectir se a razão objectiva que se manifesta na natureza não pressuponha uma Razão criadora, um Creator Spiritus?

    Aqui deveria vir em nossa ajuda o património cultural da Europa. Foi na base da convicção sobre a existência de um Deus criador que se desenvolveram a ideia dos direitos humanos, a ideia da igualdade de todos os homens perante a lei, o conhecimento da inviolabilidade da dignidade humana em cada pessoa e a consciência da responsabilidade dos homens pelo seu agir. Estes conhecimentos da razão constituem a nossa memória cultural. Ignorá-la ou considerá-la como mero passado seria uma amputação da nossa cultura no seu todo e privá-la-ia da sua integralidade. A cultura da Europa nasceu do encontro entre Jerusalém, Atenas e Roma, do encontro entre a fé no Deus de Israel, a razão filosófica dos Gregos e o pensamento jurídico de Roma. Este tríplice encontro forma a identidade íntima da Europa. Na consciência da responsabilidade do homem diante de Deus e no reconhecimento da dignidade inviolável do homem, de cada homem, este encontro fixou critérios do direito, cuja defesa é nossa tarefa neste momento histórico.

    Ao jovem rei Salomão, na hora de assumir o poder, foi concedido formular um seu pedido. Que sucederia se nos fosse concedido a nós, legisladores de hoje, fazer um pedido? O que é que pediríamos? Penso que também hoje, em última análise, nada mais poderíamos desejar que um coração dócil, a capacidade de distinguir o bem do mal e, deste modo, estabelecer um direito verdadeiro, servir a justiça e a paz. Agradeço-vos pela vossa atenção!”

    https://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/speeches/2011/september/documents/hf_ben-xvi_spe_20110922_reichstag-berlin.html

  • Newton

    É INACEITÁVEL A CONTINUIDADE DA VELHA POLITICA NO BRASIL!! MOSTRA-NOS CLARAMENTE, QUE OS 03 PODERES ESTÃO CORROMPIDOS E, CUMPREM UMA AGENDA, QUE NÃO CONTEMPLA A SOCIEDADE BRASILEIRA!! ESTAMOS SENDO FEITOS DE BOBOS E ENGANADOS, HÁ 32 ANOS!!!! BASTA, A REPÚBLICA FEDERATIVA BRASILEIRA É UMA FARSA!! É A CONTINUIDADE DAS MÁFIAS POLITICO-PARTIDÁRIAS NO COMANDO DOS 03 PODERES E SEUS APENSES!! ATÉ QUANDO??? ACORDA, BRASIL!

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