Home Escola da vida - 1º Temporada Pílulas para a alma (19) – O poder da imaginação, para o bem ou para o mal

Pílulas para a alma (19) – O poder da imaginação, para o bem ou para o mal

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Luiz Flávio Gomes

Meus amigos: “A imaginação é mais importante que o conhecimento” (Albert Einstein). Aliás, Nada é mais livre que a imaginação humana” (David Hume), que é uma das mais fantásticas faculdades que possuímos (e, ao mesmo tempo, uma das menos utilizadas). Sem a imaginação o humano não teria tido tantos progressos, como a descoberta do fogo, por exemplo, pelos nossos ancestrais (há milhares de anos). Olharam para duas pedras e imaginaram que da fricção delas poderiam extrair o fogo. A imaginação e a motivação são suas alavancas essenciais para o processo criativo e evolutivo da humanidade. Nada foi inventado no mundo sem que antes não tivesse sido imaginado. Quando vemos uma imagem, o mar, o campo, o verde, conseguimos imaginar um milhão de coisas extraordinárias (aprazíveis para nossa alma). Mas, ao mesmo tempo, também podemos imaginar desgraças, perigos e limitações, que muitas vezes não existem. Recentes pesquisas sobre imagens cerebrais revelam que, quando imaginamos algo, nosso cérebro processa uma experiência real. Por isso é que muitas vezes sofremos muito com uma determinada imaginação catastrófica que não tem nada de verdade. É impressionante o poder da imaginação para afastar dores, ansiedades ou bloqueio emocionais; ou, ao contrário, para criá-los (gerando sofrimentos inúteis, muitas vezes). Conclusão: aquilo que é um recurso extraordinário nos humanos (a imaginação), pode se converter num enorme problema “quando a utilizamos de acordo com nossas crenças limitantes, nossas certezas que pensamos ser reais sem serem ou para aumentar o tamanho de certos obstáculos ou, pior ainda, para minimizar a dimensão das nossas capacidades” (Alongo Puig). Avante!

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